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Pergunta

AMENA lidera uma acção em Tribunal de forma a garantir os DIREITOS dos HOMEOPATAS em Portugal.Concordo com esta acção

Sofria de uma angina fleimosa crónica que me impedia até de dar aulas.Pensei até em pedir transferência para trabalhos de secretaria.
Tomava antibióticos mas as recidivas eram constantes.
Decicidi então consultar o dr. César Filipe.
A princípio estava um tanto céptica sobre o resultado do tratamento homeopático.
Receitou-me ampolas homeopáticas em injecções sub-cutâneas.Fiz 3 caixas.
Para surpresa minha a cura foi total.
Passaram-se cerca de 10 anos.Ele disse-me que houve uma vicariação regressiva da doença.


AVC, a Homeopatia e Acupunctura Su-Jok
A minha experiência com medicinas alternativas
Chamo-me Isaura Bernardino, tenho 64 anos e quero partilhar a minha experiência com as medicinas alternativas.
Sofri um AVC foi hemorrágico, muito grave, aconteceu quando eu tinha 58 anos, estava sentada e senti um “formigueiro” que começou na ponta do dedo grande do pé esquerdo e que foi subindo até chegar à cabeça, não me lembro de mais nada, cheguei mesmo entrar em coma. Teve como causa hipertensão arterial não controlada por “desmazelo”, já que tinha medicação para tomar, que não tomava e também falta de cuidado com a alimentação, que no caso teria evitado ou minimizado as consequências do ataque. Fiquei então com o lado esquerdo paralisado, sem qualquer equilíbrio, mas bem a nível de memória e fala, tendo a médica na altura dito que ficaria acamada, sem qualquer hipótese de recuperação. Nestas situações, os familiares são chamados a reunir com uma assistente social, para avaliar as condições da família para receber os doentes.
Consegui vaga no hospital termal, para o qual fui transferida e iniciei a minha recuperação. Com a intervenção dos cuidados de recuperação, cedo comecei a ter sinais de recuperação. Superando todas as expectativas, comecei mesmo a dar alguns passos. Quando vim para casa foi preciso nos primeiros tempos fazerem-me a higiene de manhã na cama para me poderem vestir (já que ao levantar era quando eu tinha menos equilíbrio) e ajudarem-me a levantar-me. O banho era dado na casa de banho, que tinha sido entretanto adaptada e onde existe uma cadeira própria para eu me sentar e poder tomar banho.
Contra as expectativas dos médicos que nestes doentes só apostam na recuperação até ao primeiro ano, depois disso nem na manutenção investem, eu continuei a recuperar, já tenho equilíbrio para me baixar sozinha e apanhar alguma coisa, deixei de usar o sapato que tinha um ferro de apoio até ao joelho (com o qual sai do hospital e supostamente seria para usar o resto da minha vida), já faço a minha higiene sozinha na casa de banho, preciso de apoio só para o tomar banho, já me levanto e visto e calço sozinha e adaptei-me de tal maneira às situações que faço também muitas das tarefas da casa, incluindo as refeições.
Estou agora, passados que estão 6 anos, a ter sinais de recuperação do meu braço que é o que tem levado mais tempo. Faço alguma fisioterapia que tem sido fundamental para a manutenção e já há 5 anos que sou acompanhada pela medicina Natural, Homeopatia e faço Acupunctura SU-JOK com o Dr. Fernando Neves. Na minha opinião todos estes tratamentos complementam-se e daí resulta a minha contínua recuperação, que se tem verificado ao longo destes seis anos, já que a medicina convencional abandona os doentes ao fim do 1º ano, por afirmar que depois deste tempo a recuperação é impossível, e não vale a pena investir mais no paciente.
Isto não é correcto e muito menos quando uma médica passados quatro dias e sem fazer qualquer avaliação, da situação do paciente, através de exames, vem dizer á família que a paciente, ficara o resto da sua vida numa cama. E em resposta á insistência para que se tentar uma recuperação, diz que, o melhor seria a família procurar um lar para a colocar. E pior, quando a família diz que não abandona, mas que quer tratar da doente e precisa apoio, para obter ajuda tanto a nível de equipamentos como de apoio domiciliário, a resposta foi, «pense bem porque uma pessoa nestas condições, depois começa a ter cheiros desagradáveis». Isto vai contra a ética, os direitos humanos e o respeito pela dignidade das pessoas.
Segundo a medicina convencional, um doente de AVC, só tem probabilidades de recuperação, no 1º ano logo a seguir ao AVC, até fazer um ano os médicos prescrevem fisioterapia, passado esse ano e foi o que me fizeram, dizem que não vale a pena fazer fisioterapia, porque segundo eles as probabilidades de recuperação terminaram.
Toda a minha recuperação e que muitos dizem impossível, devo-a às medicinas alternativas, que têm a sua acção, neste caso, através da acupunctura que faço semanalmente com o Dr. Fernando Neves e dos medicamentos naturais que eu tenho vindo sempre a tomar. Complementada com alguma fisioterapia que tenho feito e na qual as minhas terapeutas, têm vindo a apostar, por verem resultados obtidos, mesmo depois de já terem passado quase 6 anos desde que eu sofri o meu AVC. Na minha constante recuperação temos a prova que precisamos para validar a importância das medicinas alternativas nas nossas vidas.

A minha experiência com as medicinas alternativas
O meu nome é Ana Teresa Teodoro e tenho 38 anos e porque acho que estas medicinas podem ter um papel importante na melhoria da qualidade de vida de todos nós, venho por isso dar testemunho da minha experiência enquanto utente das medicinas alternativas.
Uma das minhas experiências de tratamento na medicina com o Dr. Fernando Neves foi numa situação de inalação de produtos tóxicos, que me provocou uma crise de bronquite alérgica.
Esta situação desencadeou-se, depois de eu estar uma manhã a trabalhar sem qualquer tipo de protecção, dentro de uma estufa, que se encontrava no seguimento do robot de pintura na carpintaria, e onde estávamos a retirar as peças acabadas de envernizar, para carros onde ficavam a secar a temperaturas especiais. No seguimento do trabalho, estive mais quase duas horas a lavar as peças do robot com diluente na rua, num dia quente e novamente sem qualquer tipo de protecção, como é obrigatório por lei.
Nesse dia à tarde comecei a ficar com expectoração e à noite senti-me com tanta falta de ar que não fui à cama. Sabendo eu que indo para o hospital o tratamento seria com máscaras, que fazem muito mal por sua vez ao coração, decidi recorrer à medicina alternativa, onde a minha sogra vinha a ser acompanhada com muito bons resultados.
Na consulta o Dr. Fernando Neves carregou com um utensílio especial num determinado sítio da minha mão, depois de alguns momentos a pressionar, mandou-me respirar (o que já não acontecia há alguns instantes devido à dor) e para meu espanto respirei normalmente, como se nada tivesse.
Fiz acupunctura e regressei a casa com medicação para os brônquios entre outras.
Felizmente até hoje nunca mais tive falta de ar, e sempre que tenho sintomas devido por exemplo ao cheiro do tabaco, que a partir dessa altura começou a fazer diferença tomo os medicamentos naturais e fico bem.
Só tenho pena de não conseguir publicar as fotografias do tratamento do Dr. Fernando Neves, nessa crise tão forte da bronquite alérgica..